Apenas testando para ver se o app do blog no celular funciona :)
Tomara que sim *u*-
Vou por até imagem randon... pra ver como fica :D
Beijos
terça-feira, 10 de julho de 2012
Testando app blog.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
V de ...
Primeiro, gostaria de agradecer a Lo pela dica de ontem :D (até porque talvez você seja a única que verá esse blog hahaha, é bom que lhe agrade né!? ahahaha).
Bom, o filme que eu escolhi para comentar hoje é:
.>> V de Vingança:
. Trata de história de um terrorista (para o governo - meio Hitlerista - da Inglaterra de 2020, onde se passa a história) que no dia 5 de Novembro resolve cometer alguns atos terroristas em homenagem a conspiração de 1605 - planejada para destituir o rei. Na mesma noite o terrorista, cujo o codinome é V, salva uma jovem chamada Evey de ser estuprada por alguns homens do governo. O caminho dos dois se cruza novamente na emissora de TV em que Evey trabalha, onde V pede aos londrinos para que no próximo dia 5 de Novembro se levantem contra o regime totalitário e controlador do governo. Evey tem uma simpatia imediata por V, mas durante o desenvolver da história a personagem demonstra picos fortes de paixão e ódio pelo terrorista.
Quando eu vi esse filme - ainda estava no cinema - eu, quase que imediatamente, consegui fazer uma comparação com o livro 1984 de Oscar Wilde, os métodos utilizados pelo governo para reprimir quaisquer forma de expressão da população, a forma da ditadura em si, é muito comparável com o 1984. Outra coisa que chamou minha atenção nesse filme é que ele não é muito comercial, seria mais fácil achar que é por se tratar de uma ditadura, mas não acho esse seja o caso, geralmente - por se tratar de uma ditadura - o personagem principal estaria com certeza contrabandeando rios de Coca-Cola e preparando um hambúrguer digno de Mac Donald's, mas esse filme (muito embora haja alguns pequenos sinais de propaganda, meio involuntários) no geral não possui aquela propaganda abusiva que estamos acostumados a ver nos filmes como em "Sex on the City" ou em "Spiderman".
É uma história interessante e não falta explicação, nada se perde. Mais um ponto bom no filme é que ele dá uma certa ênfase em como a cultura e a arte fariam falta se nos fossem retiradas.
A fotografia, a trilha sonora, e a atuação são impecáveis. É, com certeza, um filme que vale a pena assistir.
Bom, o filme que eu escolhi para comentar hoje é:
.>> V de Vingança:
. Trata de história de um terrorista (para o governo - meio Hitlerista - da Inglaterra de 2020, onde se passa a história) que no dia 5 de Novembro resolve cometer alguns atos terroristas em homenagem a conspiração de 1605 - planejada para destituir o rei. Na mesma noite o terrorista, cujo o codinome é V, salva uma jovem chamada Evey de ser estuprada por alguns homens do governo. O caminho dos dois se cruza novamente na emissora de TV em que Evey trabalha, onde V pede aos londrinos para que no próximo dia 5 de Novembro se levantem contra o regime totalitário e controlador do governo. Evey tem uma simpatia imediata por V, mas durante o desenvolver da história a personagem demonstra picos fortes de paixão e ódio pelo terrorista.Quando eu vi esse filme - ainda estava no cinema - eu, quase que imediatamente, consegui fazer uma comparação com o livro 1984 de Oscar Wilde, os métodos utilizados pelo governo para reprimir quaisquer forma de expressão da população, a forma da ditadura em si, é muito comparável com o 1984. Outra coisa que chamou minha atenção nesse filme é que ele não é muito comercial, seria mais fácil achar que é por se tratar de uma ditadura, mas não acho esse seja o caso, geralmente - por se tratar de uma ditadura - o personagem principal estaria com certeza contrabandeando rios de Coca-Cola e preparando um hambúrguer digno de Mac Donald's, mas esse filme (muito embora haja alguns pequenos sinais de propaganda, meio involuntários) no geral não possui aquela propaganda abusiva que estamos acostumados a ver nos filmes como em "Sex on the City" ou em "Spiderman".
É uma história interessante e não falta explicação, nada se perde. Mais um ponto bom no filme é que ele dá uma certa ênfase em como a cultura e a arte fariam falta se nos fossem retiradas.
A fotografia, a trilha sonora, e a atuação são impecáveis. É, com certeza, um filme que vale a pena assistir.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
"Comece pelo início, passe pelo meio e quando chegar ao fim... PARE!"
Resolvi criar este blog para falar de livros, filmes, peças, músicas que eu gosto - ou não.
Começarei pelos filmes que vi - ou revi - anteontem, na casa da minha amiga Lorraine.
.>> Paranoid Park:
Alex, um jovem skatista de 16 anos, tem seus pais passando por um processo de separação, e refugia-se de seus problemas familiares em PARANOID PARK - o paraíso dos skatista - com seu melhor amigo Jared. Encantado com o local, Alex e Jared decidem voltar ao local no sábado. Mas, Jared decide viajar de última hora, e Alex resolve ir sozinho ao Paranoid Park, onde conhece outros skatistas que o convidam a andar de graça em um trem. Alex, porém mal sabe a encrenca em que se meterá.
O filme mostra com bastante clareza a falta de diálogo existente hoje em dia e também como as pessoas buscam uma vauvula de escape para suas carências afetivas.
Mas é preciso um pouco de paciência, pois existem muitas cenas sem nenhum diálogo ou bastante paradas.
.>> El Orfanato:
Laura foi criada em um orfanato à beira mar, onde recebeu cuidados de funcionários e de outros órfãos a quem amava como irmãos, anos depois - agora casada e com um filho de 7 anos, chamado Simon - ela resolve retornar ao orfanato (agora abandonado), com a intenção de restaurá-lo. Mas chegando lá seu filho adotivo Simon cria um círculo fechado de amigos imaginários que fazem brincadeira não muito inocentes e até meio pertubadoras, que trazem algumas memórias incomodas sobre a infância de Laura. Conforme a inauguração do orfanato se aproxima o clima vai ficando cada vez mais tenso e Laura fica convencida de que há algo de terrível na casa. Chegando o dia na inauguração Simon desaparece e Laura, ainda convencida de que o problema é da casa, corre para salvar seu filho.
O filme é bom, mas não espere nenhum suspense ou terror.
.>> Funny Games U.S.:
Anna, George e George Jr. vão passar as férias em sua casa de veraneio, como de costume, quando se deparam com os seus amigos e vizinhos que agem de forma estranha. Pensando que era por causa de suas visitas, partem para sua casa para se instalar. Enquanto George e Jr. vão montar o barco e Anna fica em casa preparando o almoço, quando um dos visitantes de seus vizinhos vem lhe pedir ovos, Anna o recebe em casa, e conforme o rapaz e mostra inconveniente ela fica irritada. George e Jr. voltam para casa no momentos em que Anna se encontra aos berros expulsando os visitantes incomodos, e George tenta aliviar as tensões. Quando um dos visitantes - Paul - lhe falta com respeito e leva um tapa na cara. Paul inconformado atinge a perna de George com um taco de golfe. E a partir daí as coisas só tendem a piorar.
Violência Gratuíta (Funny Games U.S.) é um ótimo filme que mostra como a violência gratuíta é repulsiva. Quem prestrar atenção, vai notar que toda violência gratuíta surge de outra forma de violência também gratuíta, e a violência justificada, surge atráves de uma forma contínua de violência gratuíta. Eu realmente gostei do filme, e recomendo.
Começarei pelos filmes que vi - ou revi - anteontem, na casa da minha amiga Lorraine.
.>> Paranoid Park:
Alex, um jovem skatista de 16 anos, tem seus pais passando por um processo de separação, e refugia-se de seus problemas familiares em PARANOID PARK - o paraíso dos skatista - com seu melhor amigo Jared. Encantado com o local, Alex e Jared decidem voltar ao local no sábado. Mas, Jared decide viajar de última hora, e Alex resolve ir sozinho ao Paranoid Park, onde conhece outros skatistas que o convidam a andar de graça em um trem. Alex, porém mal sabe a encrenca em que se meterá. O filme mostra com bastante clareza a falta de diálogo existente hoje em dia e também como as pessoas buscam uma vauvula de escape para suas carências afetivas.
Mas é preciso um pouco de paciência, pois existem muitas cenas sem nenhum diálogo ou bastante paradas.
.>> El Orfanato:
Laura foi criada em um orfanato à beira mar, onde recebeu cuidados de funcionários e de outros órfãos a quem amava como irmãos, anos depois - agora casada e com um filho de 7 anos, chamado Simon - ela resolve retornar ao orfanato (agora abandonado), com a intenção de restaurá-lo. Mas chegando lá seu filho adotivo Simon cria um círculo fechado de amigos imaginários que fazem brincadeira não muito inocentes e até meio pertubadoras, que trazem algumas memórias incomodas sobre a infância de Laura. Conforme a inauguração do orfanato se aproxima o clima vai ficando cada vez mais tenso e Laura fica convencida de que há algo de terrível na casa. Chegando o dia na inauguração Simon desaparece e Laura, ainda convencida de que o problema é da casa, corre para salvar seu filho.O filme é bom, mas não espere nenhum suspense ou terror.
.>> Funny Games U.S.:
Anna, George e George Jr. vão passar as férias em sua casa de veraneio, como de costume, quando se deparam com os seus amigos e vizinhos que agem de forma estranha. Pensando que era por causa de suas visitas, partem para sua casa para se instalar. Enquanto George e Jr. vão montar o barco e Anna fica em casa preparando o almoço, quando um dos visitantes de seus vizinhos vem lhe pedir ovos, Anna o recebe em casa, e conforme o rapaz e mostra inconveniente ela fica irritada. George e Jr. voltam para casa no momentos em que Anna se encontra aos berros expulsando os visitantes incomodos, e George tenta aliviar as tensões. Quando um dos visitantes - Paul - lhe falta com respeito e leva um tapa na cara. Paul inconformado atinge a perna de George com um taco de golfe. E a partir daí as coisas só tendem a piorar.Violência Gratuíta (Funny Games U.S.) é um ótimo filme que mostra como a violência gratuíta é repulsiva. Quem prestrar atenção, vai notar que toda violência gratuíta surge de outra forma de violência também gratuíta, e a violência justificada, surge atráves de uma forma contínua de violência gratuíta. Eu realmente gostei do filme, e recomendo.
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